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	<title>Inovação &#8211; Laminatus</title>
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	<description>Engenharia e Inovação</description>
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	<title>Inovação &#8211; Laminatus</title>
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		<title>Mining Hub: primeiro ciclo foi encerrado com sucesso e startups apresentaram seus projetos</title>
		<link>https://laminatus.com.br/mining-hub-primeiro-ciclo-foi-encerrado-com-sucesso-e-startups-apresentaram-seus-projetos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[wrsi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2019 15:50:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[Diante de dez desafios para cinco áreas de atuação das mineradoras, 11 startups apresentaram soluções desenvolvidas ao longo dos últimos quatro meses, no ambiente de inovação Mining Hub, que surpreenderam as mineradoras. Esses projetos poderão, a partir de agora, serem transformados em negócios pelas startups, tanto no Brasil quanto no exterior. As soluções foram apresentadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diante de dez desafios para cinco áreas de atuação das mineradoras, 11 startups apresentaram soluções desenvolvidas ao longo dos últimos quatro meses, no ambiente de inovação Mining Hub, que surpreenderam as mineradoras. Esses projetos poderão, a partir de agora, serem transformados em negócios pelas startups, tanto no Brasil quanto no exterior.</p>
<p>As soluções foram apresentadas durante o DemoDay, evento realizado em 11 de junho, voltado à demonstração dos aspectos técnicos de cada solução. As startups foram patrocinadas por mineradoras-madrinhas e também receberam apoio e suporte técnico de empresas fornecedoras do setor.</p>
<p>Apesar de cada uma das 11 startups ter contado com patrocínio direto de uma mineradora-madrinha isso não significa que a solução desenvolvida necessariamente será empregada pela respectiva madrinha; todas as soluções estarão disponíveis, abertas ao mercado brasileiro e internacional. Importante mencionar que as patentes ficarão de posse das startups.</p>
<p>Wilson Brumer, presidente do Conselho Diretor do Instituto Brasileiro de Mineração (bram), disse que a iniciativa do Mining Hub é uma forma de gerar e compartilhar conhecimento, bem como atrair e unir toda a cadeia produtiva da mineração, a Academia e os jovens empreendedores em busca de soluções para transformar a mineração brasileira. “Este é um dos caminhos para que a sociedade conheça mais sobre a mineração e volte a acreditar nela como vetor de desenvolvimento socioeconômico”, afirmou.</p>
<p>Segundo ele, o evento “marca uma nova etapa na história da mineração brasileira. Por meio de novas tecnologias e da inovação vamos promover a transformação da mineração em uma atividade cada vez mais segura, inovadora, competitiva, próxima das comunidades, transparente e sustentável. Esta deve ser a cara da nova mineração brasileira”.</p>
<p>O dirigente do Ibram disse ainda que as atividades desenvolvidas no Mining Hub são algumas das ações do setor mineral em resposta às demandas da sociedade, principalmente, após os episódios de rompimentos de barragens de rejeitos minerais.</p>
<p>Além de Wilson Brumer, estiveram presentes ao evento Jayme Nicolato Correa, CEO da mineradora Ferrous; Camilo de Lelis Farace, vice-presidente da AngloGold Ashanti, entre outros executivos da área de mineração; Lília Mascarenhas, secretária-adjunta de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia; Anderson Silva de Aguilar, secretário-adjunto de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (representante do governador Romeu Zema); Antônio Carlos Arantes, deputado e vice-presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais; representantes da Agência Nacional e Mineração e da Fundação Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais, entre outros.</p>
<p>A representante do MME, Lília Mascarenhas, elogiou a geração de conhecimento e o desenvolvimento de novas tecnologias e inovações no ambiente do Mining Hub, salientando que este projeto promove a verdadeira união do setor em torno de causas comuns, o que beneficia e facilita uma melhor comunicação com a sociedade, que precisa aceitar a mineração como atividade produtiva positiva. “A licença social é muito importante para a mineração”, afirmou.</p>
<p>O deputado Antônio Carlos Arantes, ao comentar sobre o Mining Hub, disse que se identifica com a inovação há muitos anos e defendeu mudanças na legislação para baratear o custo de se abrir, manter e desenvolver startups, inclusive, ligadas ao setor mineral. Além disso, disse que é preciso reduzir – e talvez zerar – o impacto tributário sobre o custo dos produtos que venham a ser elaborados com o uso de rejeitos minerais, como os que podem ser direcionados à fabricação de materiais de construção.</p>
<p>Investimento de R$ 1,1 milhão</p>
<p>Os projetos apresentados pelas startups no DemoDay indicam soluções para cinco áreas de interesse da mineração, que busca aperfeiçoar seus processos produtivos e elevar seu patamar de competitividade: “Eficiência Operacional”; “Fontes de Energia Alternativa”; “Gestão de Água”; “Gestão de Resíduos” e “Segurança: Operacional e SSO, Desenvolvimento Social”.</p>
<p>No 1º ciclo de projetos foram investidos R$ 1,1 milhão para o desenvolvimento das soluções. O Mining Hub já se prepara para incentivar mais soluções tecnológicas para a mineração no 2º ciclo, que vai começar agora em julho com a seleção de até 15 startups. As inscrições terminam neste dia 16 de junho, às 23h59 (já são quase 300 inscritas).</p>
<p>Soluções apresentadas no 1º ciclo de projetos do Mining Hub</p>
<p>&#8211; a startup Greenfuel desenvolveu tecnologia que prevê o aumento de eficiência energética de equipamentos utilizados em minas, pela instalação de gerador de hidrogênio para melhorar a queima de combustível, com ganhos de produtividade e economia de custos. A solução tem como mineradora-madrinha a AngloGold Ashanti;</p>
<p>&#8211; a Laminatus propôs a transformação de rejeitos minerais em lâminas de concreto para a indústria de construção civil, com patrocínio da mineradora Nexa Resources;</p>
<p>&#8211; na mesma linha seguiu a startup Nanomagnetix, com patrocínio da mineradora Samarco. Ela desenvolveu um projeto de gestão de rejeito pelo aprimoramento da tecnologia Nanomagnetic e uso de equipamentos WHIMS (Wet High Intensity Magnetic Separator);</p>
<p>&#8211; outra área importante para o empreendimento mineral é a contenção de rejeitos. A startup i9 desenvolver o ‘Controle Geotécnico de Pilhas e Barragens’, que é um sistema de monitoramento preditivo de barragens de rejeito. A mineradora-madrinha foi a ArcelorMittal;</p>
<p>&#8211; a startup Upsensor também desenvolver solução relacionada à gestão e manejo de rejeitos, chamada ‘Controle Geotécnico de Pilhas e Barragens’, que prevê um sistema de monitoramento e controle inteligentes para fusão de informações e suporte à tomada de decisão. A mineradora-madrinha foi a Mineração Usiminas;</p>
<p>&#8211; a Byond desenvolveu ecossistemas de internet das coisas (IoT) para monitoramento e rastreabilidade de pessoas nas operações minerárias, o que permite mais índice de segurança nas instalações, sob o patrocínio da mineradora Anglo American;</p>
<p>&#8211; a Órbita Tecnologia teve a Vale como madrinha para desenvolver projeto de monitoramento da inspeção de equipamentos por meio de visão computacional, com tecnologia baseada em machine learning e inteligência artificial;</p>
<p>&#8211; na linha de monitoramento de dados, a Indwise desenvolveu ecossistemas de internet das coisas (IoT) para monitorar o uso de água no processamento minerário. Ela contou com o patrocínio da mineradora Ferrous;</p>
<p>&#8211; a startup Logpyx atuou com o desafio de gestão de pátio e apresentou solução voltada à movimentação de veículos (implementação do RevLog Pátio, Módulo Agenda para veículos SPOT). Ela teve o patrocínio da mineradora J. Mendes;</p>
<p>&#8211; duas startups desenvolveram soluções distintas para o desafio ‘análise de material em tempo real e baixo custo: a Greener Sensors, patrocinada pela ArcelorMittal, e a LLK, patrocinada pela Vale.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte:</strong> http://www.conexaomineral.com.br/noticia/1377/mining-hub-primeiro-ciclo-foi-encerrado-com-sucesso-e-startups-apresentaram-seus-projetos.html</p>
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			</item>
		<item>
		<title>DemoDay no Mining Hub: startups apresentam seus projetos para mineração</title>
		<link>https://laminatus.com.br/demoday-no-mining-hub-startups-apresentam-seus-projetos-para-mineracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[wrsi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2019 18:31:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[Mining Hub divulga primeiros projetos da &#8216;nova mineração&#8217;. Iniciativa é uma das ações da indústria mineral em resposta às demandas da sociedade brasileira. Diante de dez desafios para cinco áreas de atuação das mineradoras, onze startups apresentaram soluções desenvolvidas ao longo dos últimos quatro meses, no ambiente de inovação Mining Hub, que surpreenderam as mineradoras. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mining Hub divulga primeiros projetos da &#8216;nova mineração&#8217;. Iniciativa é uma das ações da indústria mineral em resposta às demandas da sociedade brasileira.</p>
<p>Diante de dez desafios para cinco áreas de atuação das mineradoras, onze startups apresentaram soluções desenvolvidas ao longo dos últimos quatro meses, no ambiente de inovação Mining Hub, que surpreenderam as mineradoras. Esses projetos poderão, a partir de agora, serem transformados em negócios pelas startups, tanto no Brasil quanto no exterior.</p>
<p>As soluções foram apresentadas nesta terça-feira, 11/06, durante o DemoDay, um evento voltado à demonstração dos aspectos técnicos de cada solução. As startups foram patrocinadas por mineradoras-madrinhas e também receberam apoio e suporte técnico de empresas fornecedoras do setor.</p>
<p><strong class="set-max-width-dinamic">Soluções estarão disponíveis para todas as mineradoras do mundo</strong></p>
<p>Apesar de cada uma das onze startups ter contado com patrocínio direto de uma mineradora-madrinha, isso não significa que a solução desenvolvida necessariamente será empregada pela respectiva madrinha. Todas as soluções estarão disponíveis, abertas ao mercado brasileiro e internacional. Importante mencionar que as patentes ficarão de posse das startups.</p>
<p>Wilson Brumer, presidente do Conselho Diretor do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), disse que a iniciativa do Mining Hub é uma forma de gerar e compartilhar conhecimento, bem como atrair e unir toda a cadeia produtiva da mineração, a Academia e os jovens empreendedores em busca de soluções para transformar a mineração brasileira. “Este é um dos caminhos para que a sociedade conheça mais sobre a mineração e volte a acreditar nela como vetor de desenvolvimento socioeconômico”, afirmou.</p>
<p>Segundo ele, o evento “marca uma nova etapa na história da mineração brasileira. Por meio de novas tecnologias e da inovação vamos promover a transformação da mineração em uma atividade cada vez mais segura, inovadora, competitiva, próxima das comunidades, transparente e sustentável. Esta deve ser a cara da nova mineração brasileira”.</p>
<p>O dirigente do IBRAM disse ainda que as atividades desenvolvidas no Mining Hub são algumas das ações do setor mineral em resposta às demandas da sociedade, principalmente, após os episódios de rompimentos de barragens de rejeitos minerais.</p>
<p>Além de Wilson Brumer, estiveram presentes ao evento o vice-presidente da FIEMG, Teodomiro Diniz, Jayme Nicolato Correa, CEO da mineradora Ferrous; Camilo de Lelis Farace, vice-presidente da AngloGold Ashanti, entre outros executivos da área de mineração; Lília Mascarenhas, secretária-adjunta de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia; Anderson Silva de Aguilar, secretário-adjunto de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (representante do governador Romeu Zema); Antônio Carlos Arantes, deputado e vice-presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais; representantes da Agência Nacional e Mineração e da Fundação Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais, entre outros.</p>
<p><strong class="set-max-width-dinamic">Áreas que passam a contar com as novas soluções</strong></p>
<p>Os projetos apresentados pelas startups no DemoDay indicam soluções para cinco áreas de interesse da mineração, que busca&nbsp;aperfeiçoar seus processos produtivos e elevar seu patamar de competitividade: “Eficiência Operacional”; “Fontes de Energia Alternativa”; “Gestão de Água”; “Gestão de Resíduos” e “Segurança: Operacional e SSO, Desenvolvimento Social”.</p>
<p>No 1º ciclo de projetos foram investidos R$ 1,1 milhão para o desenvolvimento das soluções. O Mining Hub já se prepara para incentivar mais soluções tecnológicas para a mineração no 2º ciclo, que vai começar agora em julho com a seleção de até 15 startups.</p>
<p><strong class="set-max-width-dinamic">Laminatus</strong></p>
<p>A Laminatus é uma spin-off pertencente ao Grupo Laminus Engenharia, uma indústria da Construção Civil, que tem como objetivo mitigar os impactos ambientais gerados pelas mineradoras, por meio da reciclagem e reutilização de rejeitos de mineração na fabricação de painéis de concreto laminado envelopado.</p>
<p>De acordo com Cláudia Kattah, sócia da Laminatus, a startup consegue usar 100% do rejeito de minério de zinco no processo produtivo em substituição a areia. “Nós temos vários impactos importantes neste projeto, como o econômico, onde o produto é fabricado com baixo custo, favorecendo a população de baixa renda”, diz. Cláudia ainda ressalta o positivo impacto ambiental.</p>
<p>Geraldo Linhares, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (SINDUSCON-MG), afirma que o projeto da Laminatus é muito interessante. “Acredito que passa a ser mais um produto para o mercado”, conta.</p>
<p>O Mining Hub reúne as mineradoras: Alcoa, Anglo American, AngloGold Ashanti, ArcelorMittal, Bahia Mineração, Bemisa, CBMM, CMOC, CSN, Ferrous, Gerdau, Kinross, J. Mendes, LGA Mineração e Siderurgia, Mineração Morro Verde, Nexa Resources, RHI Magnesita, Samarco, Mineração Usiminas, Vale e Yamana Gold. Além das mineradoras, empresas da cadeia de fornecedores também participam do Hub da Mineração. São elas: Accenture, Clariant, Deloitte, Haver &amp; Boecker, IHM Stefanini, ISQ, Kluber Lubrification, Lhoist, Lots Group, Metso, Outotec, Petronas, Sascar, Sotreq, ThyssenKrupp, Tracbel.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> https://agenciadenoticias.fiemg.com.br/interna/?UserKey=demoday-no-mining-hub-startups-apresentam-seus-projetos-para-mineracao-</p>
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		<item>
		<title>Três Startups mineiras avançam para a fase nacional do Accelerate</title>
		<link>https://laminatus.com.br/tres-mineiras-avancam-para-a-fase-nacional-do-accelerate/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[wrsi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2019 15:51:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[accelerate]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[mineiração]]></category>
		<category><![CDATA[startup]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
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					<description><![CDATA[Três startups mineiras estão entre as 35 selecionadas para a fase nacional do Accelerate2030, programa ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três startups mineiras estão entre as 35 selecionadas para a fase nacional do Accelerate2030, programa que vai apoiar empresas que desenvolvem soluções que contribuem com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela ONU em 2015. A aceleração, que é conduzida pela também mineira Impact Hub, inicia este mês e tem seis meses de duração. Os três melhores projetos vão para a fase internacional, em Genebra, na Suíça.</p>
<p>Segundo o cofundador do Impact Hub e coordenador nacional do Accelerate2030, André Maciel, o projeto visa apoiar soluções que ajudam a resolver algum dos desafios evidenciados pelos 17 ODS, além de aumentar a capacidade dessas startups para que o negócio delas seja escalável para qualquer lugar do mundo.</p>
<p>“Também é objetivo do Accelerate2030 fomentar uma nova geração de empreendedores que estejam preocupados com o impacto que devem causar no mundo”, completa.</p>
<p>Maciel afirma que a organização do programa foi positivamente surpreendida pelo volume e pela qualidade dos negócios inscritos. Foram quase 400 candidatos de todo o Brasil.</p>
<p>“Por ser um programa que busca empresas mais maduras e com objetivo muito específico, que é atender os ODS, não esperávamos tantas inscrições. Tivemos, inclusive, que flexibilizar o limite do número de startups escolhidas: seriam 30, mas selecionamos 35”, diz.</p>
<p><strong>Seleção</strong> – Entre as selecionadas, três são de Minas Gerais. Uma delas é a Geraes Tecnologia Assistiva, que desenvolve tecnologias digitais voltadas à acessibilidade. Essa startup contribui para o ODS 4, que é sobre educação de qualidade, e o ODS 10, que trata da redução das desigualdades.</p>
<p>Outra selecionada é a Laminatus Engenharia e Inovação, que produz painéis laminares com rejeitos de mineração. Ela se enquadra na temática de Economia Circular e Greentecnologies, que é abordada no ODS 9 sobre Indústria, Inovação e Infraestrutura. A terceira mineira escolhida é a VG Resíduos, que utiliza inteligência artificial e big data para solucionar problemas relacionados ao gerenciamento e comercialização de resíduos, contribuindo diretamente para o ODS15, que é sobre Vida Terrestre.</p>
<p>Segundo Maciel, além da contribuição clara com os ODS, também foram observados o estágio de maturidade da empresa, o potencial de escalabilidade e o perfil da equipe. De acordo com ele, as 35 selecionadas passarão, agora, por um processo de aceleração de seis meses. Nesse período, elas serão capacitadas a desenvolverem um planejamento estratégico para que seus negócios ganhem escala mundial.</p>
<p>“Vamos prepará-los em cinco temas: liderança e resiliência; mensuração de impacto; acesso a mercados; acesso a investimento e parcerias e colaboração”, diz. O programa nacional acontecerá nos espaços do Impact Hub presentes em Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Manaus e São Paulo.</p>
<p>Os três projetos de maior destaque serão classificados para a fase internacional, que acontece em outubro, em Genebra. O cofundador do Impact Hub explica que não há investimento financeiro envolvido no processo, mas destaca que os benefícios de participar do processo podem ser ainda mais valiosos do que dinheiro.</p>
<p>“As startups que chegarem à fase internacional serão apoiadas diretamente pela ONU. E é essa organização que será a responsável por abrir portas ao redor do mundo para que esses negócios ganhem escala”, frisa.</p>
<p>Fon<strong>te:</strong> http://diariodocomercio.com.br/sitenovo/tres-mineiras-avancam-para-a-fase-nacional-do-accelerate/</p>
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