<br />
<b>Notice</b>:  Function _load_textdomain_just_in_time was called <strong>incorrectly</strong>. Translation loading for the <code>instagram-feed</code> domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the <code>init</code> action or later. Please see <a href="https://developer.wordpress.org/advanced-administration/debug/debug-wordpress/">Debugging in WordPress</a> for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in <b>/home/laminatuscom/public_html/wp/wp-includes/functions.php</b> on line <b>6114</b><br />
<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Engenharia &#8211; Laminatus</title>
	<atom:link href="https://laminatus.com.br/category/engenharia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://laminatus.com.br</link>
	<description>Engenharia e Inovação</description>
	<lastBuildDate>Mon, 17 Jun 2019 15:56:17 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.1</generator>

<image>
	<url>https://laminatus.com.br/wp/wp-content/uploads/2020/12/ftransteste.png</url>
	<title>Engenharia &#8211; Laminatus</title>
	<link>https://laminatus.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Mining Hub: primeiro ciclo foi encerrado com sucesso e startups apresentaram seus projetos</title>
		<link>https://laminatus.com.br/mining-hub-primeiro-ciclo-foi-encerrado-com-sucesso-e-startups-apresentaram-seus-projetos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[wrsi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2019 15:50:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://laminatus.com.br/?p=1921</guid>

					<description><![CDATA[Diante de dez desafios para cinco áreas de atuação das mineradoras, 11 startups apresentaram soluções desenvolvidas ao longo dos últimos quatro meses, no ambiente de inovação Mining Hub, que surpreenderam as mineradoras. Esses projetos poderão, a partir de agora, serem transformados em negócios pelas startups, tanto no Brasil quanto no exterior. As soluções foram apresentadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diante de dez desafios para cinco áreas de atuação das mineradoras, 11 startups apresentaram soluções desenvolvidas ao longo dos últimos quatro meses, no ambiente de inovação Mining Hub, que surpreenderam as mineradoras. Esses projetos poderão, a partir de agora, serem transformados em negócios pelas startups, tanto no Brasil quanto no exterior.</p>
<p>As soluções foram apresentadas durante o DemoDay, evento realizado em 11 de junho, voltado à demonstração dos aspectos técnicos de cada solução. As startups foram patrocinadas por mineradoras-madrinhas e também receberam apoio e suporte técnico de empresas fornecedoras do setor.</p>
<p>Apesar de cada uma das 11 startups ter contado com patrocínio direto de uma mineradora-madrinha isso não significa que a solução desenvolvida necessariamente será empregada pela respectiva madrinha; todas as soluções estarão disponíveis, abertas ao mercado brasileiro e internacional. Importante mencionar que as patentes ficarão de posse das startups.</p>
<p>Wilson Brumer, presidente do Conselho Diretor do Instituto Brasileiro de Mineração (bram), disse que a iniciativa do Mining Hub é uma forma de gerar e compartilhar conhecimento, bem como atrair e unir toda a cadeia produtiva da mineração, a Academia e os jovens empreendedores em busca de soluções para transformar a mineração brasileira. “Este é um dos caminhos para que a sociedade conheça mais sobre a mineração e volte a acreditar nela como vetor de desenvolvimento socioeconômico”, afirmou.</p>
<p>Segundo ele, o evento “marca uma nova etapa na história da mineração brasileira. Por meio de novas tecnologias e da inovação vamos promover a transformação da mineração em uma atividade cada vez mais segura, inovadora, competitiva, próxima das comunidades, transparente e sustentável. Esta deve ser a cara da nova mineração brasileira”.</p>
<p>O dirigente do Ibram disse ainda que as atividades desenvolvidas no Mining Hub são algumas das ações do setor mineral em resposta às demandas da sociedade, principalmente, após os episódios de rompimentos de barragens de rejeitos minerais.</p>
<p>Além de Wilson Brumer, estiveram presentes ao evento Jayme Nicolato Correa, CEO da mineradora Ferrous; Camilo de Lelis Farace, vice-presidente da AngloGold Ashanti, entre outros executivos da área de mineração; Lília Mascarenhas, secretária-adjunta de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia; Anderson Silva de Aguilar, secretário-adjunto de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (representante do governador Romeu Zema); Antônio Carlos Arantes, deputado e vice-presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais; representantes da Agência Nacional e Mineração e da Fundação Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais, entre outros.</p>
<p>A representante do MME, Lília Mascarenhas, elogiou a geração de conhecimento e o desenvolvimento de novas tecnologias e inovações no ambiente do Mining Hub, salientando que este projeto promove a verdadeira união do setor em torno de causas comuns, o que beneficia e facilita uma melhor comunicação com a sociedade, que precisa aceitar a mineração como atividade produtiva positiva. “A licença social é muito importante para a mineração”, afirmou.</p>
<p>O deputado Antônio Carlos Arantes, ao comentar sobre o Mining Hub, disse que se identifica com a inovação há muitos anos e defendeu mudanças na legislação para baratear o custo de se abrir, manter e desenvolver startups, inclusive, ligadas ao setor mineral. Além disso, disse que é preciso reduzir – e talvez zerar – o impacto tributário sobre o custo dos produtos que venham a ser elaborados com o uso de rejeitos minerais, como os que podem ser direcionados à fabricação de materiais de construção.</p>
<p>Investimento de R$ 1,1 milhão</p>
<p>Os projetos apresentados pelas startups no DemoDay indicam soluções para cinco áreas de interesse da mineração, que busca aperfeiçoar seus processos produtivos e elevar seu patamar de competitividade: “Eficiência Operacional”; “Fontes de Energia Alternativa”; “Gestão de Água”; “Gestão de Resíduos” e “Segurança: Operacional e SSO, Desenvolvimento Social”.</p>
<p>No 1º ciclo de projetos foram investidos R$ 1,1 milhão para o desenvolvimento das soluções. O Mining Hub já se prepara para incentivar mais soluções tecnológicas para a mineração no 2º ciclo, que vai começar agora em julho com a seleção de até 15 startups. As inscrições terminam neste dia 16 de junho, às 23h59 (já são quase 300 inscritas).</p>
<p>Soluções apresentadas no 1º ciclo de projetos do Mining Hub</p>
<p>&#8211; a startup Greenfuel desenvolveu tecnologia que prevê o aumento de eficiência energética de equipamentos utilizados em minas, pela instalação de gerador de hidrogênio para melhorar a queima de combustível, com ganhos de produtividade e economia de custos. A solução tem como mineradora-madrinha a AngloGold Ashanti;</p>
<p>&#8211; a Laminatus propôs a transformação de rejeitos minerais em lâminas de concreto para a indústria de construção civil, com patrocínio da mineradora Nexa Resources;</p>
<p>&#8211; na mesma linha seguiu a startup Nanomagnetix, com patrocínio da mineradora Samarco. Ela desenvolveu um projeto de gestão de rejeito pelo aprimoramento da tecnologia Nanomagnetic e uso de equipamentos WHIMS (Wet High Intensity Magnetic Separator);</p>
<p>&#8211; outra área importante para o empreendimento mineral é a contenção de rejeitos. A startup i9 desenvolver o ‘Controle Geotécnico de Pilhas e Barragens’, que é um sistema de monitoramento preditivo de barragens de rejeito. A mineradora-madrinha foi a ArcelorMittal;</p>
<p>&#8211; a startup Upsensor também desenvolver solução relacionada à gestão e manejo de rejeitos, chamada ‘Controle Geotécnico de Pilhas e Barragens’, que prevê um sistema de monitoramento e controle inteligentes para fusão de informações e suporte à tomada de decisão. A mineradora-madrinha foi a Mineração Usiminas;</p>
<p>&#8211; a Byond desenvolveu ecossistemas de internet das coisas (IoT) para monitoramento e rastreabilidade de pessoas nas operações minerárias, o que permite mais índice de segurança nas instalações, sob o patrocínio da mineradora Anglo American;</p>
<p>&#8211; a Órbita Tecnologia teve a Vale como madrinha para desenvolver projeto de monitoramento da inspeção de equipamentos por meio de visão computacional, com tecnologia baseada em machine learning e inteligência artificial;</p>
<p>&#8211; na linha de monitoramento de dados, a Indwise desenvolveu ecossistemas de internet das coisas (IoT) para monitorar o uso de água no processamento minerário. Ela contou com o patrocínio da mineradora Ferrous;</p>
<p>&#8211; a startup Logpyx atuou com o desafio de gestão de pátio e apresentou solução voltada à movimentação de veículos (implementação do RevLog Pátio, Módulo Agenda para veículos SPOT). Ela teve o patrocínio da mineradora J. Mendes;</p>
<p>&#8211; duas startups desenvolveram soluções distintas para o desafio ‘análise de material em tempo real e baixo custo: a Greener Sensors, patrocinada pela ArcelorMittal, e a LLK, patrocinada pela Vale.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte:</strong> http://www.conexaomineral.com.br/noticia/1377/mining-hub-primeiro-ciclo-foi-encerrado-com-sucesso-e-startups-apresentaram-seus-projetos.html</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reunião para tratar sobre o reaproveitamento de rejeitos das mineradoras para a área da construção civil.</title>
		<link>https://laminatus.com.br/reuniao-para-tratar-sobre-o-reaproveitamento-de-rejeitos-das-mineradoras-para-a-area-da-construcao-civil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[wrsi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2019 12:38:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://laminatus.com.br/wp/?p=1676</guid>

					<description><![CDATA[No dia 15 de março de 2019, os engenheiros Romero Camargos Fabel e Claudia Kattah da Laminatus Engenharia e Inovação, se reuniram com o Secretário do Meio Ambiente de Minas Gerais Germano Luiz, com o Presidente da FEAM, Renato Teixeira Brandão, com os assessores do Deputado Prof. Wendel Mesquista: Diego Sanches e William Camargos e com os advogados Marcos Ribeiro e Tiago Torres. O assunto tratado foi o reaproveitamento de rejeitos das mineradoras para a área da construção civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No dia 15 de março de 2019,
os engenheiros Romero Camargos Fabel e Claudia Kattah da Laminatus Engenharia e
Inovação, se reuniram com o Secretário do Meio Ambiente de Minas Gerais Germano
Luiz, com o Presidente da FEAM, Renato Teixeira Brandão, com os assessores do
Deputado Prof. Wendel Mesquista: Diego Sanches e William Camargos e com os
advogados Marcos Ribeiro e Tiago Torres. O assunto tratado foi o
reaproveitamento de rejeitos das mineradoras para a área da construção civil.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mineradoras já trabalham com empilhamento a seco</title>
		<link>https://laminatus.com.br/mineradoras-ja-trabalham-com-empilhamento-a-seco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[wrsi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2019 12:17:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://laminatus.com.br/wp/?p=1669</guid>

					<description><![CDATA[Com a evolução dos meios de processamento de rejeitos, muito ainda se pode acrescentar aos operadores de minas com relação à gestão dos mesmos e a sua potencial eliminação. Na constante busca de uma operação mineira sustentável e que elimine ou minimize a necessidade de barragens de contenção, há soluções disponíveis no mercado bastante eficientes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com a evolução dos meios de processamento de rejeitos, muito ainda se pode acrescentar aos operadores de minas com relação à gestão dos mesmos e a sua potencial eliminação. Na constante busca de uma operação mineira sustentável e que elimine ou minimize a necessidade de barragens de contenção, há soluções disponíveis no mercado bastante eficientes.</p>



<p>As novas tecnologias se estendem principalmente em evitar o alteamento nas barragens atuais, que com a deposição de material a cada ano, sem pré-tratamento, implica em desafios às mineradoras.</p>



<p>O empilhamento a seco, espessamento e filtragem possibilitam a diminuição em taxas exponenciais deste alteamento ou até mesmo a sua eliminação, com o posterior descomissionamento completo da estrutura.</p>



<p>Métodos de bombeamento e novo tratamento deste rejeito por peneiramento, ciclonagem e espirais permitem muitas vezes o reaproveitamento do material em níveis comerciais, criando também uma via econômica para barragens abandonadas ou descomissionadas.</p>



<p>A CDE vem investindo todos os anos em pesquisa e desenvolvimento na procura de novas soluções na área de processamento mineral.</p>



<p>O trabalho envolve tecnologia para testes, modelagem de soluções em 3D e desenhos nas mais diversas atividades minerais, incluindo: plantas de concentração de fosfato, processamento de ouro, aumento de teor de Fe a partir das bacias de rejeitos, soluções “zero tailing”, entre outras.</p>



<p>Todas elas vêm sendo desenvolvidas em parceria com diversos clientes finais e estão sendo entregues aos mais variados países (incluindo o Brasil, África do Sul, Austrália, Colômbia, Índia etc.)</p>



<p>A empresa já com mais de 25 anos de mercado e cerca de 1.000 projetos em todos os continentes, busca trazer para a mineração um pouco de sua essência – quando começou como especialista de tratamento de águas de rejeitos urbanos. A empresa possui know how adquirido em tratamento de lamas de solos contaminados, provenientes de hidro escavação ou de material dragado, e vem aplicando novas técnicas de desaguamento, separação de sólidos e filtragem há quase três décadas – desde 1992.</p>



<p>Desde o recebimento das amostras até a apresentação do projeto final, todo em tecnologia virtual, possibilita ao cliente ver e “andar” na futura planta.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="481" height="321" src="https://laminatus.com.br/wp/wp-content/uploads/2019/03/imagem-post.jpg" alt="" class="wp-image-1872" srcset="https://laminatus.com.br/wp/wp-content/uploads/2019/03/imagem-post.jpg 481w, https://laminatus.com.br/wp/wp-content/uploads/2019/03/imagem-post-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 481px) 100vw, 481px" /></figure></div>



<p>A CDE foca nos seguintes pontos: solução modular de rápida montagem em campo e baixo footprint e Capex com um payback competitivo e uma solução “ready to start”. Todas as plantas saem já pré-montadas e pré-testadas da fábrica.</p>



<p>A solução integra unidades de ciclonagem EvoWash/NanoWash, combinada com as modernas peneiras de desaguamento, as quais o produto é colocado em dry stockpile em um nível de umidade viável para seu transporte e empilhamento em terrenos. Podem ser acopladas a ela em sequência tanques de espessamento AquaCycle de até 2.500 m³.</p>



<p>Os filtros prensas específicos para a mineração permitem um conjunto de soluções já testadas, que dependendo da granulometria e volume da operação mineral, podem eliminar grande parte ou a totalidade o envio dos rejeitos as barragens.</p>



<p>Minas de minério de ferro e grafite no Brasil e na Índia já utilizam este know how, sendo uma tecnologia já aplicada e cada vez mais aperfeiçoada.</p>



<p>A CDE tem ainda atuado com tecnologias inovadoras nos passivos de rejeitos de minas abandonadas, e tem hoje em operação na Austrália duas plantas processando quase 15.000 toneladas de pilhas de minério de ferro de rejeitos de minas desativadas há mais de 20 anos, recuperando economicamente áreas que foram pesadamente afetadas pela paralisação de minas.</p>



<p>A atividade mineral tem seu papel no desenvolvimento e sustentação da economia e busca uma forma de operar cada vez mais sustentável e com menor risco. A tecnologia vem possibilitando este avanço e novos projetos tem demonstrado a possibilidade de se encontrar este equilíbrio.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" width="431" height="323" src="https://laminatus.com.br/wp/wp-content/uploads/2019/03/imagem-post2.jpg" alt="" class="wp-image-1873" srcset="https://laminatus.com.br/wp/wp-content/uploads/2019/03/imagem-post2.jpg 431w, https://laminatus.com.br/wp/wp-content/uploads/2019/03/imagem-post2-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 431px) 100vw, 431px" /></figure></div>



<p>Fonte: Revista Minérios &amp; Minerales ( <a href="http://revistaminerios.com.br/equilibrio-na-mineracao/">http://revistaminerios.com.br/equilibrio-na-mineracao/</a> ).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
